terça-feira, 3 de maio de 2016

UM POUQUINHO DE UM PAIS CHAMADO BRAZIL FORA GOLPISTAS


Casa caiu para Gilmar: 

gráfica “fantasma” 

também prestou

 serviços ao PSDB

03/09/2015 Miguel do Rosário





Gilmar anda pedindo, ou melhor, exigindo, histericamente,
 ao procurador geral da república, Rodrigo Janot, para 
abrir investigação contra a campanha de Dilma.
Janot mandou arquivar da primeira vez, Gilmar voltou
 a carga, xingando o procurador, e fez novo pedido
. É o estilo clássico Eduardo Cunha & Aécio: não aceita perder.
O argumento principal de Gilmar seria uma "gráfica 
fantasma" contratada pela campanha de Dilma.
A informação lhe foi repassada por blogueiros
 demitidos da Veja.
Só que os ditos blogueiros, pelo jeito, não apuraram
 direito a informação. E Gilmar também não parece
 se interessar por detalhes. Sua função é preparar
 o golpe, ponto.
A casa de Gilmar Mendes, porém, acaba de cair 
por terra.
O blog da Rede Brasil Atual descobriu documentos
 que provam que a tal gráfica fantasma também andou 
assombrando os comitês de campanha de Aécio e José
 Serra, que contrataram seus serviços.
Ou seja, não é nenhuma gráfica fantasma.
Gilmar também precisa explicar porque não se interessa
 pela denúncia do TSE, de que sumiram alguns milhões
 de reais da campanha de Aécio Neves, especialmente
 os milhões doados por empresas envolvidas na operação 
Lava Jato.
E tem uma outra notícia para Gilmar. A Polícia Federal 
pediu ao PGR para investigar melhor o pupilo de Aécio, 
o senador Antonio Anastasia porque descobriu que a
 casa que o policial Careca usou para pagar propinas
 pertencia a uma prima de Aécio Neves, Tânia
 Guimarães Campos.
***
Gráfica que Gilmar Mendes quer investigar prestou
 serviços ao PSDB
Inspirado em "notícia reveladora" de blogueiros da
 revista "Veja", ministro pediu nova investigação das
 contas de campanha de Dilma. Mas esqueceu de
 incluir campanhas de Serra e Aécio em suas suspeitas
por Helena Sthephanowitz, para a RBA - publicado
 03/09/2015 16:13
Uma má apuração de um blog de jornalistas demitidos
 da revista Veja, acusando uma gráfica que prestou 
serviços à campanha de Dilma 2014 de ser "empresa
 fantasma", serviu de base a um novo pedido de
 investigação contra a campanha. O ministro Gilmar 
Mendes, integrante de Supremo Tribunal Federal (STF) 
e também do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já
 havia tido um pedido recusado pela Procuradoria-Geral
 da República por falta de consistência na acusação.
Depois da notícia, Mendes voltou a acionar o 
procurador-geral Rodrigo Janot para que reabrisse o caso.
A razão para o arquivamento anterior era simples: a
 VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior, no mesmo
 ano de 2014, prestou serviços também à campanha de
 José Serra (PSDB) e de Aécio Neves (PSDB). Em
 2012 foi fornecedora de campanhas de vereadores
 do PSDB, PMDB e PSD. E antes ainda, em 2010
 trabalhor para diversos candidatos e partidos.
Os fatos comprovam que jamais se tratou de uma
 "empresa fantasma", e o ministro Gilmar Mendes
 parece ter apenas acreditado, voluntariamente ou não
, na "barrigada" (como é chamada a informação errada
 no jargão jornalístico) dos blogueiros.
Mendes deveria ter pedido a seus técnicos do Tribunal
 Superior Eleitoral uma simples consulta ao histórico 
da VTPB e suas relações com muitos dos partidos 
políticos do país. Essa consulta é disponível e fácil a
 qualquer internauta com mais de 8 anos de idade.
Segundo a "apuração" dos referidos blogueiros,
 ignorando as prestações de contas de 2010 e 2012, a
 empresa, aberta em 2008, teria atividade de "banca 
de jornais" até 25 de julho de 2014, quando alterou 
seu contrato social para incluir – clara e transparente 
– serviços gráficos em suas atividades.
Nas palavras dos influentes blogueiros, ao menos sobre
 a formação da opinião do ministro Gilmar Mendes: 
"No dia 14 de agosto de 2014, apenas 19 dias depois
 da alteração do objeto social, a VTPB emitiu a primeira
 nota para a campanha de Dilma Rousseff, no valor 
de 148 mil reais".
Esquecerem de avisar ao ministro que cinco dias antes 
de emitir a primeira nota fiscal para a campanha de
 Dilma, a mesma gráfica emitiu uma nota de R$ 200
 mil – no dia 7 de agosto de 2014 – para o Comitê 
Financeiro para Senador da República PSDB-SP, cujo 
candidato foi José Serra. Outras 39 notas foram 
emitidas para a campanha de Serra.
Outras seis notas foram emitidas em setembro e
 outubro de 2014 para o Comitê Financeiro Nacional
 para Presidente da República PSDB-BR, cujo 
candidato foi Aécio Neves.
Se houve ou não irregularidades no fato de a 
empresa não registrar explicitamente em suas
 atividades econômicas serviços gráficos antes de 
2014 é algo que pode ser questionado no âmbito
 regulatório empresarial, mas não no âmbito eleitoral.
Antes dessa modificação no registro de atividades
 da empresa, a campanha de José Serra a prefeito
 de São Paulo em 2012 usou os serviços da gráfica
. A VTPB emitiu 21 notas fiscais para o PSDB, sendo 
20 delas para o Comitê Financeiro para Vereador
 PSDB-São Paulo, e uma para o Comitê Financeiro 
para prefeito PSDB-São Paulo.
Mas isso também os "jornalistas" esqueceram de
 contar ao ministro Gilmar Mendes.













































psdb-sp_2012

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