Pará - A má gestão da merenda escolar é um dos principais problemas.
Para se ter uma ideia da situação, tramitam na justiça federal no Pará 89
ações de improbidade administrativa por irregularidades na gestão dos
destinados pelo governo federal para alimentação escolar dos estudantes
paraenses. O valor por aluno já é baixo, apenas R$ 0,30 por dia por cada
estudante, mesmo assim, os prefeitos ainda desviam a finalidade do programa.
Grande parte das ações ajuizadas pela Procuradoria da República (PR)
Pará aponta a falta de prestação de contas dos gastos com o dinheiro da
merenda. Do total de 89 ações, três foram ajuizadas pela PR de Altamira,
outras 17 pela PR de Marabá, nove pela PR em Santarém e 60 na capital.
A situação é considerada grave porque a fiscalização que os conselhos
escolares deveriam exercer, na prática, parece que não existe. Além disso
a lentidão da justiça acaba beneficiando os maus gestores: alguns só foram
CONDENADOS após a morte.
No portal do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
(FNDE), os cidadãos podem ter acesso à lista dos municípios que
apresentam irregularidades na prestação de contas do dinheiro da
merenda escolar.
Morosidade
No final de janeiro, a justiça federal condenou o ex-prefeito de Moju,
João Carlos Martins, a dez anos e oito meses de prisão pela má aplicação
e desvio de R$ 1,9 milhão da merenda escolar, “Infelizmente, a Justiça não
dá prioridade a esses processos”, lamenta o procurador chefe
da República no Pará, Ubiratan Cazetta.
Ele explica que, do ponto de vista prático, falta de prestação de
contas não tem muito o que julgar: a lei é clara, se não prestou
contas dos recursos recebidos, está irregular. No caso do
ex-prefeito de Moju, apesar da condenação tardia, ele ainda poderá
recorrer em diversas instâncias.
Para se ter uma ideia da situação, tramitam na justiça federal no Pará 89
ações de improbidade administrativa por irregularidades na gestão dos
destinados pelo governo federal para alimentação escolar dos estudantes
paraenses. O valor por aluno já é baixo, apenas R$ 0,30 por dia por cada
estudante, mesmo assim, os prefeitos ainda desviam a finalidade do programa.
Grande parte das ações ajuizadas pela Procuradoria da República (PR)
Pará aponta a falta de prestação de contas dos gastos com o dinheiro da
merenda. Do total de 89 ações, três foram ajuizadas pela PR de Altamira,
outras 17 pela PR de Marabá, nove pela PR em Santarém e 60 na capital.
A situação é considerada grave porque a fiscalização que os conselhos
escolares deveriam exercer, na prática, parece que não existe. Além disso
a lentidão da justiça acaba beneficiando os maus gestores: alguns só foram
CONDENADOS após a morte.
No portal do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
(FNDE), os cidadãos podem ter acesso à lista dos municípios que
apresentam irregularidades na prestação de contas do dinheiro da
merenda escolar.
Morosidade
No final de janeiro, a justiça federal condenou o ex-prefeito de Moju,
João Carlos Martins, a dez anos e oito meses de prisão pela má aplicação
e desvio de R$ 1,9 milhão da merenda escolar, “Infelizmente, a Justiça não
dá prioridade a esses processos”, lamenta o procurador chefe
da República no Pará, Ubiratan Cazetta.
Ele explica que, do ponto de vista prático, falta de prestação de
contas não tem muito o que julgar: a lei é clara, se não prestou
contas dos recursos recebidos, está irregular. No caso do
ex-prefeito de Moju, apesar da condenação tardia, ele ainda poderá
recorrer em diversas instâncias.
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