Ate quando? o povo paraense e do Brasil
permitira properar as falcatruas de dinheiro
público
nos parlamentos do estados

É terrível
constatar
o grau de
desfaçatez
que se vê
nos grupos
políticos, que
verdadeiramente
teriam que
cuidar bem dos bens e recursos públicos
em benefício do povo, mas, muito ao contrário,
se aproveitam de seus cargos para aumentar
o valor de suas contas bancárias. E
pior é quando vemos que o povo,
principal prejudicado com a corrupção
no sistema público de governo, não
consegue fazer a sua parte em se indignar
e exigir mais honestidade daqueles que são
pagos para cuidar do que é nosso.
Para você ter como exemplo, aqui no Pará
foi descoberto um esquema de fraudes na
Assembléia Legislativa do Pará, onde um
grupo de pessoas estão ligadas ao escândalo
de desvio de recursos públicos da folha de
pagamento da Assembléia Legislativa do Pará
– ALEPA – . O grupo que foi indiciado pelo
Ministério Público Estadual – MPE é
composto por 16 pessoas, supostamente,
liderado pelo Senador Mario Couto, que hoje
representa o estado do Pará no congresso
nacional. Na época em que foram
detectados os indícios de fraudes Couto
era presidente da ALEPA.
O golpe consistia basicamente em efetuar
alterações para mais na folha de pagamento
e falsificação de licitações da casa de leis,
que de 2000 até 2010 que conseguiu desviar
R$-2.387.851,81 – . Esse já é justificativa
suficiente para que toda a população
paraense se levante em protestos exigindo
a punição severa à aqueles que colaboram
para a manutenção da miséria e da pobreza
no território paraense.
Umas das provas da falcatrua é a disparidade
entre as folhas de pagamento dos arquivos
da ALEPA e a cópia arquivada no Banpará,
que é quem paga os holerites da assembléia.
As despesas eram justificas por funcionários
fantasmas e estagiários que recebiam como
contratado.
A rede de corrupção montada dentro da
Alepa só foi descoberta pelo empenho dos
promotores de justiça Nelson Medrado e
Arnaldo Azevedo, que possibilitou o inicio
das investigações, através da qual foi constatada
a que fraude veio a público no dia 19 de abril de
2011.
Esse esquema de corrupção flagrado na ALEPA
também é replicado nas câmaras de vereadores
nos municípios do interior do estado. Para você
ter uma idéia, em uma cidade com 51 mil
habitantes o recurso para bancar as despesas
da casa legislativa girem em torno de 120 mil
reais por mês. Esse valor é repassado ao
legislativo pelas prefeituras e nunca são
fiscalizados pelo povo. De acordo com
analistas do sistema público cerca de 30%
destes recursos mensais são desviados para
fins que não poderiam ser contabilizados
como despesas oficiais da casa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário