sábado, 7 de abril de 2012

Corrupção contamina as casas legislativas paraense


Ate quando? o povo paraense e do Brasil
permitira properar as falcatruas de dinheiro
público
nos parlamentos do estados


É terrível
constatar
 o grau de
desfaçatez
que se vê
nos grupos
políticos, que
verdadeiramente
teriam que
 cuidar bem dos  bens e recursos públicos
em benefício do povo, mas, muito ao contrário,
 se aproveitam de seus cargos para aumentar
 o valor de suas contas bancárias. E 
 pior é quando vemos que o povo, 
 principal prejudicado com a corrupção
no sistema público de governo,  não
 consegue fazer a sua parte em se indignar
e exigir mais honestidade daqueles que são
 pagos para cuidar do que é nosso.   

Para você ter como exemplo,  aqui no Pará
 foi descoberto um esquema de fraudes na
 Assembléia Legislativa do Pará, onde um  
grupo de pessoas estão ligadas ao escândalo
de desvio de recursos públicos da folha de
pagamento da  Assembléia Legislativa do Pará
– ALEPA – . O grupo que  foi indiciado  pelo
Ministério Público Estadual – MPE é 
 composto  por 16 pessoas,  supostamente,
 liderado pelo Senador Mario Couto, que hoje  
representa o estado do Pará no congresso
 nacional.  Na época em que foram
 detectados os indícios de fraudes Couto
 era presidente da ALEPA.  

O golpe consistia basicamente em efetuar
alterações para mais na folha de pagamento
 e falsificação de licitações da casa de leis,
que  de 2000 até 2010 que conseguiu desviar 
 R$-2.387.851,81 – . Esse já é justificativa
 suficiente para que toda a população
paraense se levante em protestos exigindo
 a punição severa à aqueles que colaboram
para a manutenção da miséria e da pobreza
no território paraense.   

Umas das provas da falcatrua é a disparidade
 entre as folhas de pagamento dos arquivos
da ALEPA e a cópia arquivada no Banpará, 
 que é quem paga os holerites da assembléia.
 As despesas eram justificas por funcionários
 fantasmas e estagiários  que recebiam como
 contratado.

A rede de corrupção montada dentro da
Alepa só foi descoberta pelo empenho dos
promotores de justiça Nelson Medrado e
Arnaldo Azevedo, que possibilitou o inicio
das investigações, através da qual foi constatada
 a que  fraude veio a público no dia 19 de abril de
 2011.

Esse esquema de corrupção flagrado na ALEPA
 também é replicado nas câmaras de vereadores
nos municípios do interior do estado. Para você
 ter uma idéia, em uma cidade com 51 mil
habitantes o recurso para bancar as despesas
 da casa legislativa girem em torno de 120 mil
 reais por mês. Esse valor é repassado ao
legislativo pelas prefeituras e nunca são
fiscalizados pelo povo.  De acordo com
 analistas do sistema público cerca de 30%
destes recursos mensais são desviados para
fins que não poderiam ser contabilizados
como despesas oficiais da casa. 

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