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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Adele - Rolling In The Deep
There's a fire starting in my heart Reaching a fever pitch, it's bringing me out the dark Finally I can see you crystal clear Go head and sell me out and I'll lay your shit bare See how I leave with every piece of you Don't underestimate the things that I will do There's a fire starting in my heart Reaching a fever pitch And its bring me out the dark The scars of your love remind me of us They keep me thinking that we almost had it all The scars of your love they leave me breathless I can't help feeling We could have had it all Rolling in the deep You had my heart and soul in your hand And you played it To the beat Baby I have no story to be told But I've heard one of you And I'm gonna make your head burn Think of me in the depths of your despair Making a home down there It Reminds you of the home we shared The scars of your love remind me of us They keep me thinking that we almost had it all The scars of your love they leave me breathless I can't help feeling We could have had it all Rolling in the deep You had my heart and soul in your hand And you played it To the beat Throw your soul through every open door Count your blessings to find what you look for Turned my sorrow into treasured gold You pay me back in kind and reap just what you sow We could have had it all We could have had it all It all, it all it all, We could have had it all Rolling in the deep You had my heart and soul in your hand And you played it To the beat
Obama diz que "banho de sangue" e "sofrimento" na Líbia são inaceitáveis
Obama diz que "banho de sangue" e "sofrimento" na Líbia são inaceitáveisO presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou nesta quarta-feira que o "banho de sangue" e o "sofrimento" na Líbia são "inaceitáveis", em sua primeira declaração sobre a situação de violência envolvendo o país comandado pelo ditador Muammar Kadafi.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Preocupante a situação da Libia
Publicação: 22/02/2011 21:05 Atualização: 22/02/2011 23:14
O Conselho de Segurança da ONU condenou nesta terça-feira os ataques das forças leais ao líder líbio, Muamar Kadhafi, contra manifestantes, e pediu o "fim imediato da violência" na Líbia. A diplomata brasileira e atual presidente do Conselho de Segurança, Maria Luiza Ribeiro Viotti, "condenou a violência e o uso da força contra civis, lamentando a repressão sobre manifestantes pacíficos e expressando seu profundo pesar pela morte de centenas de civis".
O Conselho exige "o fim imediato da violência e a adoção de medidas para responder às demandas legítimas da população", disse a embaixadora brasileira ao final da reunião.
Maria Luiza Viotti destacou "a necessidade de se responsabilizar os culpados pelos ataques, incluindo os realizados por forças sob o controle do governo, contra civis". Segundo a diplomata, o governo líbio deve "proteger sua população", permitir o acesso de observadores internacionais de direitos humanos e de agências humanitárias e garantir a segurança de estrangeiros, assim como ajudar aqueles que queiram partir.
Os membros do Conselho também "pediram ajuda internacional para o povo da Líbia" e "destacaram a necessidade de o governo líbio respeitar o direito de reunião e de expressão, incluindo a liberdade de imprensa".
O Conselho manifesta ainda "sua profunda preocupação com a segurança dos estrangeiros na Líbia".
A diplomata americana Rosemary DiCarlo destacou que "a comunidade internacional disse de forma clara e unida que condena a violência contra civis na Líbia, e que ela deve parar imediatamente". Diplomatas líbios que romperam com o líder Muamar Kadhafi haviam solicitado a reunião, e pediram uma zona de proibição de voo sobre o país imposta pela ONU, assim como ação humanitária. Mas diplomatas afirmaram que estes planos não foram discutidos.
Ibrahim Dabbashi, o embaixador adjunto da Líbia na ONU, afirmou à imprensa que o comunicado do Conselho "não era forte o suficiente" e que, desde o discurso desafiador de Kadhafi, começaram ataques contra civis no oeste da Líbia.
Ele citou Gharyan, Zuwarah e outras cidades que, segundo ele, estavam sob o ataque de forças de segurança leais a Kadhafi. Dabbashi não divulgou a fonte de sua informação ou que tipos de ataques estavam ocorrendo.
"Eles estão atacando todas as pessoas em cidades do oeste da Líbia", disse.
"Certamente as pessoas não têm armas. Neste momento eu penso que o genocídio começou na Líbia", acrescentou, antes de ser escoltado para fora por seguranças da ONU. Kadhafi ordenou mais cedo às forças de segurança que esmaguem a revolta, que já dura uma semana e que pede sua saída do poder após 41 anos, alertando que manifestantes armados serão mortos e prometendo lutar até o fim.
O coronel Kadhafi prometeu permanecer na Líbia como líder, dizendo que morrerá como um mártir na terra de seus ancestrais e que lutará até a "última gota" de seu sangue.
O Conselho exige "o fim imediato da violência e a adoção de medidas para responder às demandas legítimas da população", disse a embaixadora brasileira ao final da reunião.
Saiba mais...
Governo negocia resgate de brasileiros na Líbia Líbia fecha a torneira de gás que abastece Itália e Europa Manifestações na Líbia: 300 mortos, entre eles 58 militares, diz governoOs membros do Conselho também "pediram ajuda internacional para o povo da Líbia" e "destacaram a necessidade de o governo líbio respeitar o direito de reunião e de expressão, incluindo a liberdade de imprensa".
O Conselho manifesta ainda "sua profunda preocupação com a segurança dos estrangeiros na Líbia".
A diplomata americana Rosemary DiCarlo destacou que "a comunidade internacional disse de forma clara e unida que condena a violência contra civis na Líbia, e que ela deve parar imediatamente". Diplomatas líbios que romperam com o líder Muamar Kadhafi haviam solicitado a reunião, e pediram uma zona de proibição de voo sobre o país imposta pela ONU, assim como ação humanitária. Mas diplomatas afirmaram que estes planos não foram discutidos.
Ibrahim Dabbashi, o embaixador adjunto da Líbia na ONU, afirmou à imprensa que o comunicado do Conselho "não era forte o suficiente" e que, desde o discurso desafiador de Kadhafi, começaram ataques contra civis no oeste da Líbia.
Ele citou Gharyan, Zuwarah e outras cidades que, segundo ele, estavam sob o ataque de forças de segurança leais a Kadhafi. Dabbashi não divulgou a fonte de sua informação ou que tipos de ataques estavam ocorrendo.
"Eles estão atacando todas as pessoas em cidades do oeste da Líbia", disse.
"Certamente as pessoas não têm armas. Neste momento eu penso que o genocídio começou na Líbia", acrescentou, antes de ser escoltado para fora por seguranças da ONU. Kadhafi ordenou mais cedo às forças de segurança que esmaguem a revolta, que já dura uma semana e que pede sua saída do poder após 41 anos, alertando que manifestantes armados serão mortos e prometendo lutar até o fim.
O coronel Kadhafi prometeu permanecer na Líbia como líder, dizendo que morrerá como um mártir na terra de seus ancestrais e que lutará até a "última gota" de seu sangue.
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