segunda-feira, 21 de novembro de 2016

UM POUQUINHO DE UM PAIS CHAMADO BRAZIL FORA TEMER FORA QUADRILHA FORA REDE GOLPISTA GLOBO

 Testemunha de acusação, 
Delcidio inocenta Lula








247 - O ex-senador Delcidio do Amaral depôs nesta segunda-feira (21) em Curitiba, em ação penal contra Luiz Inácio Lula da Silva, e afirmou nunca ter tido nenhuma conversa com o ex-presidente a respeito de qualquer procedimento ilícito. Ele disse também que não tem nenhuma prova 
de que Lula tenha feito parte de qualquer 
procedimento fraudulento. Por fim, disse que 
não teve conversa direta ou prova de que o 
ex-presidente saberia de fraudes que
 aconteciam na Petrobras.
O processo movido pelo MPF-PR (Ministério
 Público Federal no Paraná) versa sobre um
 apartamento no Guarujá (SP) que jamais 
pertenceu ao ex-presidente, mas que 
procuradores afirmam ser sua “propriedade
 oculta”, que teria sido dada a ele pela
 empreiteira OAS, como contrapartida 
pela construtora ter recebido 
vantagens em contratos com a Petrobras.


Nada disso, porém, foi confirmado por Delcídio, 
a primeira testemunha
 de acusação que foi ouvida no processo. 
Questionada se tinha 
conversado diretamente como ex-presidente
 sobre qualquer ilícito 
na Petrobras, a testemunha negou: "Não, ele
 nunca me deu 
liberdade para isso". Disse também não ter nenhuma 
informação sobre o apartamento no Guarujá ou
 vantagens 
indevidas concedidas ao ex-presidente por meio
 do imóvel.
O ex-senador Delcídio do Amaral é réu confesso na 
Lava 
Jato, e assinou acordo de delação premiada com a 
Procuradoria-Geral da República para ter sua pena
 reduzida. Nesta segunda-feira,ele refez acusações 
genéricas sobre suposta participação do ex-presidente 
em fraudes na estatal e na estrutura de indicações de 
cargos na administração governamental, com frases de 
efeito para manchetes de jornais, tais como “o presidente
 não entrava nos detalhes, mas tinha conhecimento 
absoluto dos interesses dos envolvidos."
Questionando, porém, se tinha provas sobre o que dizia,
 disse que não, que fizera uma "delação de político", 
por ser líder do governo e "saber como a roda gira"
 mas que suas teses vinham sendo confirmadas por
 outros delatores. O ex-senador disse, ainda, acreditar 
que "ter uma indicação política não quer dizer que a 
pessoa foi indicada para roubar."
Delcidio, que foi diretor da Petrobras no governo
 FHC, disse que só teve conhecimento em 2010 
de ilícitos em térmicas da Petrobras na gestão 
do PSDB, após funcionários da Petrobras 
fecharem um acordo na Suíça.
Abaixo nota da defesa do ex-presidente Lula:
Nota
Como era esperado, os quatro delatores arrolados 

pelo Ministério Público Federal para depor em 
audiência realizada nesta data (21/11) na 13ª Vara 
Federal Criminal de Curitiba não apresentaram 
 qualquer elemento que confirme a tese acusatória 
relativa à propriedade de um apartamento triplex,
 no Guarujá, pelo ex-Presidente Luiz Inácio Lula 
da Silva e sua esposa Marisa Letícia. Tampouco 
afirmaram a participação do ex-Presidente em 
qualquer ilícito na Petrobrás.
O ex-senador Delcídio do Amaral, um dos delatores
 ouvidos, disse nada saber sobre essa acusação do
 tríplex, limitando-se a repetir suas já conhecidas 
afirmações vagas e sem provas. Há muito Delcídio 
vem falando que Lula desta vez “não escapa”
. Essa obsessão por incriminar o ex-Presidente, 
mesmo sabendo de sua inocência, foi hoje mais
 uma vez comprovada. Delcídio foi incapaz de 
apontar um fato ou conversa concreta em relação 
a Lula.
Os demais delatores também afirmaram 
desconhecer qualquer relação de Lula com 
este imóvel ou com o recebimento de qualquer 
quantia indevida.
Os depoimentos colhidos deixam, portanto, 
claro que Lula não praticou ato ilícito. Essa
 mesma constatação emergiu na audiência
 do dia 8/11, na 10ª Vara Federal de Brasília 
quando os depoentes não confirmaram a
 acusação de Delcídio sobre a “compra de
 silêncio” de Nestor Cerveró. O próprio ex-diretor 
da Petrobrás isentou Lula de qualquer intervenção
 no seu processo de delação premiada.
Mais uma vez ficou claro que as acusações
 que o MPF fez contra Lula são frívolas,
 sem materialidade e fazem parte de um processo 
de lawfare, que é o uso de procedimento jurídicos 
para fins de perseguição política.
Assessoria de imprensa do Teixeira, 
Martins & Advogados

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